quinta-feira, 17 de março de 2011

Casa do ambiente

Hoje fomos visitar a Casa do Ambiente que está "estacionada" no parque de estacionamento junto à EB2 da Pampilhosa.


É estrutura móvel constituída por um atrelado TIR cujo interior foi modificado e na qual se explica aos visitantes, o circuito dos resíduos urbanos potencialmente recicláveis, ensinando-se também a melhor forma de separar estes resíduos e depositá-los nos Ecopontos.

Aprendemos muita coisa!

Sabiam que esta camisola do Diogo é feita de fibras sintéticas, feitas a partir de garrafinhas de plástico????
E que o equipamento alternativo da Selecção Portuguesa de Futebol também é feito dessas garrafinhas???

É verdade: o tecido da camisola provém pela primeira vez de material reciclado, "sendo cada exemplar feito a partir de cerca de oito garrafas de água de plástico."

quarta-feira, 16 de março de 2011

Passeio pela Pampilhosa

No dia vinte e três de fevereiro de dois mil e onze, fomos dar um passeio pela Pampilhosa. Começámos pelas Almas do Lagar, que é uma capelinha antiga onde havia um santo que foi partido. Chama-se Almas do Lagar porque um senhor chamado Manuel Quinteiro transportava azeite para o Mosteiro de Lorvão durante a noite, num carro de bois. Como estava muito frio, ia embrulhado numa capa e adormeceu. A capa prendeu-se numa roda do carro de bois. De repente, acordou pensando que ia morrer e, por milagre, os bois pararam salvando-lhe a vida e ele mandou fazer a capelinha para fazer lembrar o milagre que lhe salvou a vida.
Depois fomos ver várias fontes, como:
- Fonte do Rio de Cima, que estava muito suja, tinha telhas partidas, água no chão. Tinha muitos lavadores e uma torneira que deitava água mas não se podia beber porque não prestava e onde ainda há pouco tempo se ia lá buscar água para beber em casa.
- Fonte do Melo - Em tempos idos, Joaquim da Cruz convenceu Joaquim José de Melo a autorizar a canalização da água da nascente do pinhal da Gândara até perto da zona das casas e construiu-se um aqueduto com mais de trinta arcos e essa fonte passou a ser chamada Fonte do Melo que foi inaugurada em 1925. Vimos também o aqueduto.
- Fonte D’Aqui, fica junto da Fonte do Melo. Não é uma fonte de bica, mas de mergulho. Não a conseguimos ver bem porque tinha muitas silvas.
- Fonte das Poças, fica ao pé da igreja que foi de onde a vimos.
Na igreja está a padroeira da Pampilhosa, a Santa Marinha.
Do adro da igreja vimos a Pampilhosa quase toda.
Quando fomos da Fonte do Rio de Cima para a Fonte do Melo vimos o Rio Cértoma e quando fomos da Fonte do Melo para Fonte D’Aqui vimos o celeiro da Casa Melo.
Vimos também a Casa Melo e a Casa Quinhentista que fica na Rua Gonçalo Randulfe. Na Casa Quinhentista há um Museu Etnográfico onde estão expostos objetos muito antigos, como os do azeite, de barro feitos nas fábricas de cerâmica da Pampilhosa… Há também uma coleção de brinquedos, o Museu do Porco e uma sala com os objectos utilizados pelo Dr. Abel da Silva Lindo no seu consultório.
Na Pampilhosa Alta, fica o Largo do Freixo onde existem dois freixos, um muito antigo e outro que foi plantado há menos tempo. Há lá uma estátua de um Ganso que foi dada por Courcoury, vila francesa geminada com a Pampilhosa. Perto do Largo do Freixo fica a primeira escola da Pampilhosa, o Cruzeiro da Capela do Senhor do Lombo e o Coreto.

Gostei muito de conhecer melhor estes sítios onde fomos. Foi muito giro.
Carolina Direito 3º B

sexta-feira, 11 de março de 2011

Desafio matemático

VAMOS VER QUEM ACERTA:

No jardim zoológico há uma jaula quadrada com gorilas.

Em cada canto da jaula há um gorila.

De ambos os lados de cada gorila há dois gorilas sentados.

Em frente a cada gorila há outro gorila sentado.

Quantos são os gorilas?


Aguardo as vossas respostas nos comentários.

Para que não restem dúvidas, a resposta é : oito gorilas

As mães também se divertiram...


Como se pode comprovar pela fotografia, algumas mães também se divertiram no nosso Carnaval.
Olhem para elas tão jeitosas!!!!

segunda-feira, 7 de março de 2011

quinta-feira, 3 de março de 2011

O nosso canteiro, de novo



Como sabem, vamos ter um canteiro para arranjar.

Assim, e como a terra tinha muitas ervas e pedras, pedimos ajuda aos nossos familiares.


Como podem ver, a tarefa coube ao pai da Sara e à avó. Três gerações juntas com o mesmo objetivo:preparar o terreno.
Agora já podemos colocar as plantas.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Eu Espero...

Recebemos novamente a visita da Professora Vera. Desta vez a actividade foi muito interessante pois além de uma história, construímos os nossos livros.
Apareceram obras muito interessantes.
Querem vê-los?
Estão expostos na Biblioteca da Mealhada.
Gostámos muito de fazer esta actividade.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O nosso canteiro

Um dia destes, o professor Paulo lançou-nos um desafio: Cuidar e embelezar um canteiro do nosso recreio.
Disse-nos que alguns meninos não tinham muito cuidado com as plantas do recreio e que tinhamos de fazer alguma coisa.
Então, como há 14 canteiros com uma oliveira dentro, ficou decidido que cada turma iria tomar conta do seu canteiro.
Assim, fomos logo escolher o nosso. Agora, vamos ter de planear como o vamos arranjar e pôr mãos à obra.
Se calhar vamos precisar de ajuda dos nossos pais. Será que vai haver voluntários?

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Momento do conto XII

Ontem tivemos mais um Momento do Conto.
Desta vez, a história foi contada por duas funcionárias da Biblioteca Municipal da Mealhada, que gentilmente se deslocaram à nossa sala de aulas.
Tivemos direito a uma bela representação. Até trouxeram um baú, carregadinho de livros!


A obra escolhida foi esta: O Incrível Rapaz Que Comia Livros
Um livro muito interessante e engraçado!

Tal como muitas crianças, o Henrique adora livros. Mas não exactamente como nós adoramos livros… Um dia, o Henrique descobre este estranho apetite, que se transforma numa mania constante e deliciosa! E eis a melhor parte: quanto mais livros devora, mais esperto fica.. Até que um dia as coisas começaram a correr mal…
Uma história sobre o prazer da leitura, com um grafismo tão tentador que já houve quem não resistisse a dar uma dentada na contracapa!

Vejam aqui o princípio da história:

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Lenda das Almas do Lagar - Recolha do Sandro

Na Rua do Lagar, junto ao cruzamento aí existente, existe uma capelinha muito pequena, em estado de conservação muito precário. É um oratório já muito destruído, que foi mandado edificar como forma de agradecimento por uma graça concedida. O protagonista foi um tal António Quinteiro. Tinha ele o encargo de recolher os foros do Convento de Lorvão. Também era almocreve, fazendo carretos entre Lorvão e Aveiro: levava o azeite dos foros e trazia o sal e pescado em troca. Como era uso naquele tempo, o transporte limitava-se ao carro de bois.
Numa certa noite, atrelados os bois, o Quinteiro sentou-se na frente do carro, embrulhando-se no varino ou Gabão (espécie de capote de fazenda preta ou castanha abotoado à frente e com capuz). O lento sacolejar e a solidão da noite, embalaram o nosso homem que acabou por adormecer. A certa altura o varino descaiu, sendo sorvido pela roda. Acorda em sobressalto, sentindo como que uma garra a apertar-lhe a garganta, quase o deitando a baixo!
Naquele momento de aflição, lançou um grito e apegou-se às almas do Purgatório! Logo os dois bois estacaram, livrando-o de uma morte certa. Em agradecimento pela misericórdia de Deus, fez uma promessa de ali mesmo erguer umas alminhas para perpetuarem o milagre.
Durante muito tempo a capelinha foi conservada e local de oração. Hoje é apenas uma ruína.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Lenda do rio Cértoma

Conta a lenda que, a Rainha Santa Isabel, tinha o hábito de fazer longos passeios pelo campo. Nos seus passeios por terras do Mosteiro de Lorvão, certo dia, sentiu uma sede imensa. Pediu então, a uma das suas aias, que lhe trouxesse um pouco de água.
A aia, avistando ali perto uma ribeira de águas cristalinas, recolheu um pouco desse líquido e deu-o à sua Senhora.
Habituada a um paladar requintado das águas do Mondego e visivelmente desagradada com um carácter salobro das águas do pequeno e humilde ribeiro, logo ali exclamou com veemência: "- Esta água é de certo má!!!".Foi tal a impressão provocada nas gentes que por ali desenvolviam as suas atividades agrícolas, e que por isso, tiveram a oportunidade de assistir a tal cena que, ficou para todo o sempre na memória destas gentes o nome de "Certomá" e com o andar dos tempos foi perdendo a acentuação acabando como hoje existe o "Rio Certoma", para designar o rio que desde o Bussaco até à Pateira de Fermentelos de onde segue em direção ao Vouga vai beijar carinhosamente o Oceano Atlântico por terras de Aveiro. É ainda conhecido por "Cértima".

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Os bananis

Cá está o estica larica!
Olh`ó belo banani!
Cada cor seu paladar!!!!
Chora, menino chora,
que o banani vai embora.

Era assim apregoado o banani, pelas ruas da Pampilhosa.

O banani é um rebuçado feito com uma calda de açúcar, muito apreciado pelas crianças.

Hoje em dia é reproduzido pela artesã Ana Cristina, funcionária da Junta, que teve a amabilidade de enviar alguns bananis para a escola, para ficarmos a conhecer esta maravilha da doçaria regional.

O Jogo do panelo - recolha do Sérgio e Diogo

Para este jogo, guardavam-se durante todo o ano, cântaros, potes, panelas, tachos e caçoilas e outros instrumentos em barro que porventura se rachassem ao uso.
Os jogadores dispunham-se em roda e atiravam, de uns para os outro,s o utensílio então em jogo. Aquele que por distracção ou falta de perícia não o agarrasse ou deixasse cair no chão, partindo-se, tinha que fugir de imediato para não apanhar como os cacos que os outros logo tentavam atirar-lhe passados estes instantes de reacção e fuga do jogador infractor, este tinha que se apresentar com outro instrumento de barro para prosseguir o jogo.
Quando, tal, não sucedia, logo outro jogador que tivesse utensílio, entrava então com o material necessário. O jogo não podia parar e só acabava quando se tivessem esgotado todos os utensílios guardados para este propósito.
Sucedia que, alguns jogadores mais maliciosos, normalmente as raparigas traziam as panelas, os tachos e as caçoilas sem serem limpas da sua utilização da lareira. Isto provocava de imediato o sujar das mãos de todos os jogadores.
A primeira interrupção era ver cada um fugir para seu lado, já que as mãos sujas, passavam a enfarruscar as caras limpas de todos os intervenientes.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Santa Marinha - A padroeira da Pampilhosa; recolha do Diogo


No dia 18 de Julho festeja-se o dia de Santa Marinha.
A lenda conta que a nossa padroeira viveu na época dos Romanos.
Sua mãe quando soube que estava grávida de nove meninas, ficou com medo e pediu à criada que as afogasse após o parto.
Ela, como era uma boa cristã, salvou-as e foi baptizá-las. Depois entregou-as as famílias cristãs.
Durante uma perseguição foram interrogadas e contaram toda a verdade. Acabaram por ir viver para os palácios dos pais, mas continuaram a ter fé em Deus. Depois disto conta a lenda que numa noite em quanto rezavam lhes apareceu um anjo e guiadas por uma luz saíram do palácio sem que ninguém as visse.
Separaram-se as irmãs e Santa Marinha foi para a Galiza trabalhar em casa de uma lavradeira.
Perseguida por ser cristã, foi presa, bateram-lhe e rasgaram-na com pentes de ferro. Foi curada por um anjo, continuou com a sua fé e por isso queimaram-na com um ferro em brasa. Conseguiu salvar-se do afogamento, foi metida numa fornalha a arder e só morreu quando foi degolada por um carrasco.
Santa Marinha e as suas irmãs sofreram muito mas mostraram sempre coragem e fé.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Os Cruzeiros da Pampilhosa, recolha de Luís e Miguel

Na Pampilhosa, existem três cruzeiros do século XVIII, que eram utilizados para marcar, antigamente, o percurso das procissões.
Estão localizados:

Um na Rua da Filarmónica (na Pampilhosa Alta), junto à capela do Sr. do Lombo, erguida no decurso do século XVIII, no sítio do Lombo, onde foi dita a primeira missa em Julho de 1900.
Outro junto à capela de Nossa Senhora de Fátima, a mais recente da Pampilhosa, cuja construção é do século vinte e a sua inauguração deve-se ter verificado em 1954.

O terceiro situa-se na rua de Coimbra e data de 1750. Tudo leva a crer que a sua localização original era junto à capela de São Joaquim, situada, na mesma rua, uma centena de metros mais a cima.



terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Tradições - trabalho do Sérgio

Tradição é a transmissão de lendas, costumes, durante longo tempo, especialmente pela palavra e, às vezes, escrito.
Na Pampilhosa, terra onde vivo, há tradições que ainda existem, mas há outras que já não se usam.
As que já não existem são:
Caqueiradas (atirar cacos para dentro das casas que tinham as portas abertas), Pulhas (maldizer de raparigas), Jogo do Panelo (caçoilas de barro que atiravam uns aos outros até alguém deixar cair e ter de fugir), Enterro do Bacalhau (sábado de Aleluia e era uma critica ao jejum da Quaresma).
As tradições ainda em uso são:
Cantar os Reis (escuteiros e grupos folclóricos), As Maias (ir aos campos buscar giestas e pendurar nas portas), Dia da Ascensão (feriado da freguesia e ir ao campo buscar espigas, papoilas, giestas), Queimar do Judas (Domingo de Páscoa, era uma critica ao que certas pessoas fizeram durante o ano), Responsos (orações), Pregões (pirolitos, capachos, farrapeira, amola- tesouras).

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Heráldica

Brasão: Escudo de prata, locomotiva de negro guarnecida de prata e com rodado de vermelho, acompanhada em chefe de um moringue de barro, de sua cor entre dois cachos de uvas de púrpura folhados de verde e em ponta de dois báculos de ouro filetados de negro e passados em aspa. Coroa mural de quatro torres de prata. Listel branco, com a legenda a negro, em maiúscula: “VILA de PAMPILHOSA”.
Locomotiva A preto, representa o Caminho-de-ferro, que trouxe o progresso à Vila, passando esta de comunidade agrária para centro industrial. É a reprodução de uma máquina, de 1925, que se encontrou, durante anos exposta na estação dos Caminhos-de-ferro de Pampilhosa.
Cerâmica (Moringue) – Referencia à importância da indústria cerâmica da Vila no início do século XX. A peça em barro, um moringue, é a cópia fiel de um moringue em grés existente no museu etnográfico de Pampilhosa, fabricado na primeira fábrica de cerâmica existente na Vila – a Fabrica Velha.
Cachos de uvasrelação com o Concelho – representam a Bairrada, região onde a Pampilhosa está inserida.
Báculos do episcopado - Báculos, a ouro, do Abade e da Abadessa do Mosteiro de Lorvão, pois na altura da doação no século XII (1117) – o mosteiro era de frades da ordem de S. Bento.
Bandeira: Esquartelada de verde e branco. Cordão e borlas de prata e verde. Haste e lança de ouro.
Selo branco: Circular, com as peças do escudo sem a indicação de cores e metais, tudo envolvido por dois círculos concêntricos, onde corre a legenda “Junta de Freguesia de Pampilhosa”.

O nosso património - o meio local

Pampilhosa é vila há 25 anos.
Festejou no dia 9 de Julho de 2010.
Para trás está um longo período de história que remonta ao ano 1117 – data da doação da Pampilhosa ao Mosteiro de Lorvão.
Ouvimos falar de alguns lugares que não conhecemos e de nomes de pessoas que não sabemos quem foram. Então, decidimos investigar.
Ficámos a conhecer melhor a terra onde vivemos e onde estudamos.

Curiosos, fomos pesquisar informação.
Os nossos pais ajudaram.
Todos colaborámos com interesse.
A partilha foi interessante.
Muito ainda ficou por saber.

Vamos colocar aqui, o resultado das nossas pesquisas. Estejam atentos!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

6 de Janeiro - Dia de Reis


No dia de Reis recordamos os três Reis Magos, Sábios do Oriente que vieram desde as suas terras até à humilde gruta de Belém, sempre seguindo uma estrela diferente das outras.

Montados em seus camelos, eles procuravam um Menino que sabiam ser o Salvador do Mundo, para O adorarem e Lhe oferecerem as prendas que traziam: ouro, incenso e mirra.

Um chamava-se Gaspar, que significa "o que vai com amor"; o outro chamava-se Belchior, que significa "o que vai suavemente"; e o terceiro chamava-se Baltasar, que significa "o que obedece à vontade de Deus, humildemente".

No Dia de Reis, é importante oferecermos nós também uma simples prenda a quem amamos.
Não é preciso darmos coisas caras ou complicadas.
Uma flor do campo, um desenho, um beijo, um sorriso... talvez sejam as prendas que os nossos pais, ou os nossos avós, ou os nossos amigos mais apreciem.
Há pequeninos gestos de ternura que dizem mais do que todas as palavras do mundo.
Fonte: "O Livro do Natal" de Maria Alberta Menéres

A LENDA DO BOLO-REI

Conta a lenda que quando os Reis Magos foram visitar o Menino Jesus, perto da gruta, tiveram uma discussão para saber qual deles seria o primeiro a oferecer os presentes.Um artesão-pasteleiro que por ali passava, assistiu à conversa e propôs uma solução para o problema, de maneira a ficarem todos satisfeitos.
O pasteleiro resolveu fazer um bolo e meter uma fava na massa. Depois de cozido, repartiu o bolo em três partes e aquele a quem saísse a fava seria o primeiro a oferecer os presentes ao Menino.
Assim ficou conhecido pelo nome de Bolo-rei e como tinha sido feito para escolher um rei passou a usar-se como doce de Natal.
Dizem que a côdea do bolo simboliza o ouro, as frutas simbolizam a mirra e o aroma, o incenso.